Informe Chapada

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Resultado da busca pela categoria "cultura"

Quatro em cada dez já pediram o nome emprestado

14.07.2016

Quase 40% dos consumidores brasileiros já pediram o nome emprestado para fazer compras no cartão de crédito. Na maioria das vezes (35,8%), para adquirir roupas. O dado faz parte de um levantamento do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Entre os motivos mais comuns para ter pedido o nome emprestado, estão imprevistos e nome sujo na praça. Além de roupas, o nome emprestado foi usado para adquirir calçados (21,6%), celulares (17,7%) e brinquedos (14,5%). As compras de supermercado (11%) ficaram em quinto lugar.

A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, alerta que ao assumir a dívida de terceiros, a pessoa passa a responder por todas as consequências financeiras e jurídicas da situação, caso o tomador do nome emprestado não consiga honrar o compromisso. A pesquisa foi feita com 674 consumidores acima de 18 anos e residentes em todos os Estados brasileiros.

Inadimplência. Levantamento da Serasa Experian sobre a inadimplência no país mostra que, pela primeira vez desde dezembro de 2014, houve redução, em maio último, no número de devedores que não conseguiram honrar os compromissos. Foram registrados 59.470.359 inadimplentes, queda de 1,3 milhão sobre o universo recorde de abril (60.730.403).

O valor das dívidas em atraso atingiu R$ 264,2 bilhões. Os débitos regularizados foram mais entre os jovens de 18 a 25 anos.

Como surgiu a Festa de São João

23.06.2016

O Dia de São João é comemorado anualmente em 24 de junho.

São João é conhecido como o "Santo Festeiro”, e nesse dia são realizadas muitas festas, conhecidas popularmente como Festas Juninas, comemorações marcadas por danças e pratos típicos.

Alguns símbolos bastante conhecidos nas celebrações são a fogueira, o mastro, os fogos, a capelinha, a palha, o manjericão, entre outros.

Existem duas possíveis explicações para a origem do termo Festa Junina: pelo fato das comemorações ocorreram durante o mês de junho e, segundo a outra teoria, seria uma homenagem direta a São João. No princípio, em alguns países da Europa, a festividade era chamada de Festa Joanina.

Origem do Dia de São João

O Dia de São João é celebrado em 24 de junho por ser a data tradicionalmente atribuída ao seu nascimento.

São João é considerado o santo mais próximo de Cristo, pois além de ser seu parente de sangue, Jesus foi batizado por João nas margens do rio Jordão.

O Dia de Santo Antônio e o Dia de São Pedro também fazem parte das tradicionais Festas Juninas.

COMIDAS TÍPICAS DO SÃO JOÃO

22.06.2016

O principal alimento presente na mesa na época de junho é o milho. Isso simplesmente porque a colheita de milho é abundante na época do sexto mês do ano. Sendo assim, é comum encontrarmos, nas festividades, ou simplesmente nas casas mais afastadas da cidade, onde a colheita é a principal fonte de alimentação nas residências, uma diversidade de pratos derivados do cereal. Doces e salgados podem ser encontrados com grande facilidade, sejam em formato de canjica, curau, pamonha, cuscuz, ou simplesmente o milho cozido, a famosa pipoca, salgada ou doce ou bolos e doces de milho.

Existem muitos outros pratos que, dependendo da região do Brasil, são comumente vistos na época, sendo tradicionais, e também aqueles que foram adicionados, com o tempo, às opções da mesa.

Atualmente, as cerimônias juninas são acompanhadas de shows e apresentações de artistas famosos, ligados ao forró.

É comum também, principalmente devido ao sucesso comercial que a festa proporciona, somado ao período de férias escolar, que as festas juninas tenham edições no sétimo mês do ano, ou seja, julho. Por isso, cada vez mais acontecem as festas juninas, com as mesmas características da ocorrida no mês anterior. As delícias, brincadeiras e diversão de São João estão presentes por mais um período no ano, para a alegria de muitos.

 

Elaboramos uma lista com as principais comidas típicas do são joão. Confira:

Arroz doce,

Amendoim doce,

Amendoim salgado,

Batata doce,

Bolo de amendoim,

Bolo de cenoura,

Bolo de fubá,

Bolo de milho com chocolate,

Bolo de milho com coco,

Bolinho de mandioca,

Bolo de milho verde,

Bolo de pinhão,

bom bocado,

Broa de fubá,

Cachorro quente,

Cocada,

Canjica,

Cuscuz,

Doce de leite,

Doce de abóbora,

Maça do amor,

Milho cozido,

Pipoca com manteiga,

Pipoca doce,

Paçoca, pamonha,

Pé de moleque,

Pinhão cozido,

Quentão e muito mais.

Mantenha distância de 10 tipos de víboras no trabalho

10.02.2016

No ambiente de trabalho é possível encontrar pessoas de todos os tipos: as legais, as amáveis, as prestativas, as chatas, as fofoqueiras e as falsas. Como nem sempre é possível não se relacionar com este último tipo de gente, o melhor é manter uma certa distância, para evitar o desgaste e até mesmo o esgotamento psicologico.

A seguir conheça 10 perfis de pessoas que o melhor a fazer é evitar o contato no ambiente profissional, segundo os especialistas.

1. A coitadinha - Aquela pessoa que se coloca como vítima das circunstâncias.

2. A "Maria vai com as outras" - Aqueles que esperaram os demais opinarem para literalmente "ficar em cima do muro", não discordando de ninguém, ou que muda de opinião conforme seus interesses.

3. O Falso solícito - A pessoa que finge interesse pelos outros mas na verdade quer tirar proveito da situação. Nestes casos, a discrição é o melhor remédio.

4. Manipulador - Aquele que leva os outros a tomar decisões e atitudes que, de algum jeito, podem beneficiá-lo

5. Amigona - Um perfil perigoso é o das pessoas que se mostram muito amigas, mas na verdade têm segundas intenções.

6. O invejoso - Gente invejosa pode tentar eliminar o objeto de admiração, com fofocas ou criação de situações complicadas. Com esse tipo de colega, o melhor é limitar a convivência a uma relação mais formal.

7. Os oportunistas - Este tipo se aproveita das fraquezas alheias para conseguirem tirar algum proveito.

8. A exibida - A pessoa que sempre dá um jeito de passar a impressão de que teve as melhores ideias, de que tomou as rédeas do projeto. Nas reuniões, fala alto e atropela as falas dos demais.

9. Distraídos - Aqueles que, distraidamente, deixam escapar (de preferência perto dos chefes) que determinada pessoa chegou atrasada ou não fez o trabalho corretamente.

10. O puxa-saco - Bajula chefes e tenta dar a impressão aos outros de que é muito próximo do poder.

Quem já ouviu falar de lampião,o Site Informe Chapada trás um pouco da história do Rei do Cangaço

29.12.2015

A HISTÓRIA DE LAMPIÃO, O "REI DO CANGAÇO"

 

 

 

Virgulino Ferreira da Silva, mais conhecido como Lampião, nasceu em 7 de julho de 1897 na pequena fazenda dos seus pais em Vila Bela, atual município de Serra Talhada, no estado de Pernambuco. Era o terceiro filho de uma família de oito irmãos.

Lampião desde criança demonstrou-se excelente vaqueiro. Cuidava do gado bovino, trabalhava com artesanato de couro e conduzia tropas de burros para comercializar na região da caatinga, lugar muito quente, com poucas chuvas e vegetação rala e espinhosa, no alto sertão de Pernambuco (chama-se Sertão as regiões interiores e distantes do litoral, onde reinava a lei dos mais fortes, os ricos proprietários de terras, que detinham o poder econômico, político e policial). Em 1915, acusou um empregado do vizinho José Saturnino de roubar bodes de sua propriedade. Começou, então, uma rivalidade entre as duas famílias. Quatro anos depois, Virgulino e dois irmãos se tornaram bandidos. Matavam o gado do vizinho e assaltavam. Os irmãos Ferreira passaram a ser perseguidos pela polícia e fugiram da fazenda. A mãe de Virgulino morreu durante a fuga e, em seguida, num tiroteio, os policiais mataram seu pai. O jovem Virgulino jurou vingança.

Lampião formou o seu bando a princípio com dois irmãos, primos e amigos, cujos integrantes variavam entre 30 e 100 membros, e passou a atacar fazendas e pequenas cidades em cinco estados do Brasil, quase sempre a pé e às vezes montados a cavalo durante 20 anos, de 1918 a 1938.

Existem duas versões para o seu apelido. Dizem que, ao matar uma pessoa, o cano de seu rifle, em brasa, lembrava a luz de um lampião. Outros garantem que ele iluminou um ambiente com tiros para que um companheiro achasse um cigarro perdido no escuro.

Comparado a Robin Hood, Lampião roubava comerciantes e fazendeiros, sempre distribuindo parte do dinheiro com os mais pobres. No entanto, seus atos de crueldade lhe valeram a alcunha de "Rei do Cangaço". Para matar os inimigos, enfiava longos punhais entre a clavícula e o pescoço. Seu bando seqüestrava crianças, botava fogo nas fazendas, exterminava rebanhos de gado, estuprava coletivamente, torturava, marcava o rosto de mulheres com ferro quente. Antes de fuzilar um de seus próprios homens, obrigou-o a comer um quilo de sal. Assassinou um prisioneiro na frente da mulher, que implorava perdão. Lampião arrancou olhos, cortou orelhas e línguas, sem a menor piedade. Perseguido, viu três de seus irmãos morrerem em combate e foi ferido seis vezes.

O Dia da Consciência negra foi comemorado em grande Estilo em Rio de Contas

25.11.2015

O Dia da Consciência negra foi comemorado em grande Estilo em Rio de Contas, No dia 20 foi realizada uma missa, na Igreja de Senhora Santana (Igreja de Pedra) onde contou com a presença de diversas autoridades Quilombolas e Civis  , a  festa  não parou depois da missa a comunidade presente  foi convidada para o samba no Clube Riocontense,  essa festa se estendeu por  pela comunidades quilombolas e  finalizou na Barra onde  teve palestras e muito samba de roda.

O Dia da Consciência Negra é comemorado em todo o Brasil no dia 20 de novembro. A data foi escolhida por ser o dia da morte de um grande líder negro, Zumbi dos Palmares, em 1695. É um dia para reflexão de todos nós, irmãos, caminhando e trilhando os mesmos lugares. Lutando pelos mesmos
ideais de igualdade, fraternidade e amor. Dia para lembrar o respeito pelo próximo. Banindo qualquer espécie de preconceito. É dia de dar as mãos e numa imensa oração pedir a união de todas as raças, em todas as partes do mundo.
Negros. Brancos. Amarelos. Índios. Asiáticos. Todos iguais numa corrente de solidariedade e energia, vencendo a barreira dos preconceitos e das fronteiras. Um dia para movimento em favor da paz! Da Verdade! Da amizade! Da igualdade!

DIA 27 DE NOVEMBRO É ANIVERSÁRIO DE RIO DE CONTAS, FAREMOS UMA VIAGEM NA HISTÓRIA

11.11.2015

Cultura

Igreja Nossa senhora Santana

ASSIM SURGIU O POVOADO 1687

No final do século XVII, os viajantes que vinham do norte de Goiás e de Minas Gerais em direção à Salvador, depois da exaustiva caminhada faziam pouso num planalto da Serra das Almas, à margem esquerda do Rio de Contas Pequeno, atual Rio Brumado. Neste povoado já se encontravam um mocambo de negros, por este motivo este ponto de pouso ficou conhecido como “ARRAIAL DE CREOULOS” ou  “POUSO DOS CREOULOS. E nesta localidade foi erguida uma pequena capela  em forma octogonal sob a invocação de Senhora Santana.

A DESCOBERTA DO OURO 1713

Foram identificados a existência de ouro no leito do Rio de Contas Pequeno e serras circunvizinhas.  Este fato fez atrair a região um grande número de garimpeiros, mineradores e bandeirantes paulistas e mineiros.

O bandeirante SEBASTIÃO PINHEIRO DA FONSECA RAPOSO, na primeira década do século XVIII descobriu uma lavra.

O 2º NÚCLEO POPULACIONAL

Ainda por volta de 1713, bandeirantes e portugueses fundaram a 3 léguas acima outra povoação a que deram o nome de MATO GROSSO.

Uma pequena capela em louvor a Santo Antônio foi erguida pelos jesuítas nessa localidade.

DE POVOADO A FREGUESIA

Com o desenvolvimento da mineração e o aumento da população Mato Grosso prosperou e, assim em 1718 a Igreja criou a :

1ª FREGUESIA DO ALTO SERTÃO BAIANO DENOMINADA DE

“SANTO ANTÔNIO DO MATO GROSSO” 

Digressões de um filho

15.10.2015

No último dia 06, Livramento de Nossa Senhora celebrou o 94 ª aniversário de emancipação política. Mas, para além das festividades, essa data traz consigo uma carga significativa de digressões sobre o que se passou nessas nove décadas de emancipação municipal.

Antes de qualquer desdobramento de idéias, gostaria de deixar claro que essa é uma impressão pessoal de um livramentense que passou a enxergar a cidade numa perspectiva exterior aos últimos anos de convivência no município. Não residindo na cidade desde 2011, me permiti observar como  as coisas - e, também, as pessoas - se configuram por lá.

Situada a sudoeste da capital baiana, Livramento é envolta em um quadro de vegetação que chama atenção pela sua exuberância, típica das proximidades da região sul da Chapada Diamantina. A cachoeira Véu de Noiva, de onde se tem uma visão panorâmica do território municipal, é, certamente, um dos pontos turísticos mais incríveis da cidade. Mas não é o único. A catedral da cidade, construída no fim do século XIX e reformada nos séculos posteriores, é um imponente símbolo do tradicionalismo religioso e pode ser considerada uma das maiores obras arquitetônicas da localidade.

Numa visão geral, Livramento se sustenta a partir do cultivo de manga, maracujá e banana. Em consequência disso, criou-se uma cadeia de dependência no mercado local. Boa parte das atividades comerciais da cidade ficou dependente do agronegócio de exportação de frutas. Apesar de haver uma injeção de um valor significativo de capital vindo do cultivo dos grandes e médios produtores rurais, não há investimentos em projetos de beneficiamento das frutas cultivadas, sendo, assim, um mercado totalmente voltado a exportação.

 

Já falando de uma perspectiva sociocultural, a cidade é historicamente fechada nela mesma. As festas populares, geralmente ligadas à religiosidade, sofreram com as intempéries trazidas pela modernidade e, de certa forma, romperam a áurea do tradicionalismo secular.

Fundada nos arreios do provincianismo, Livramento não fugiu do que parece ser um destino natural para muitas cidades brasileiras: o coronelismo moderno. Não entrando em questões de partidarismo, a trajetória das pequenas e médias cidades propicia uma política que sobreviveu ao longo da história do país. Basicamente, o coronelismo configura uma organização em que as pessoas com maior influência (geralmente as com mais aquisições financeiras) ditam as regras de convivência, os hábitos, os valores e a maneira como se deve conduzir a estrutura social local. E é assim que se cria uma espécie de dominação política e social entre os habitantes de um mesmo lugar.

Criada essa bolha, se torna muito difícil fazê-la estourar. Por isso que muitos dos nossos conterrâneos buscam se projetar fora da cidade. E resta aos que ficam dançar em conformidade com a coreografia predefinida.

Mas Livramento é uma cidade gentil que sempre está de braços abertos para seus filhos. Basta saber abraçá-la. 

 

Lucas Barbosa é estudante de jornalismo na Uesb-Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

A Sociedade Musical Maestro Lindembergue Cardoso convida a todos para prestigiar alvorada em comemoração ao aniversário de Livramento

02.10.2015

Cultura

A Sociedade Musical Maestro Lindembergue Cardoso, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação e Cultura, convidam a todos, para prestigiar alvorada em comemoração ao aniversário de 94 anos de emancipação do município de Livramento de Nossa Senhora, a realizar-se no dia 06 de outubro (terça-feira).

A programação terá inicio às 07h da manhã na Praça Coronel Zezinho Tanajura, próximo ao Posto Por do Sol, onde os integrantes da entidade seguirão em caminhada até a sede da instituição, localizada na Avenida Leônidas Cardoso, onde às 08h prestigiaremos o Hino Nacional Brasileiro entoado pela Filarmônica Maestro Lindembergue Cardoso.

Contamos com a valorosa presença de todos!

Fumaça de incenso pode ser mais tóxico do que a fumaça de cigarro

31.08.2015

Depois de vários estudos já terem indicado que a fumaça da queima do incenso pode ser cancerígeno, uma nova investigação indica que o incenso pode ainda ser mais perigoso para a saúde do que os cigarros.

O estudo da Universidade de Tecnologia do Sul da China comparou os riscos para a saúde do uso de incenso em ambientes fechados com os efeitos do cigarro no organismo, testando o efeito de ambas em amostras da bactéria Salmonela e células do ovário de hamsters.

A conclusão, publicada na Environmental Chemistry Letters e consultada pelo jornal Metro, indica que as propriedades químicas do fumo de incenso são mais citotóxicas, ou seja, causam maiores danos às células, e podem causar mutações genéticas no DNA e originar tumores.

Para o responsável pelo estudo, Rong Zhou, só ainda não é possível concluir com toda a certeza que a fumaça de incenso é mais tóxico do que o do cigarro porque a amostra avaliada é muito pequena, se comparada com a imensa variedade de produtos disponíveis no mercado.

SUDECULT e IPAC querem ampliar ações nos territórios baianos

29.08.2015

Foto:Reprodução

Maior capilaridade, difusão do conhecimento e consciência participativa para que mais bens culturais regionais baianos sejam protegidos pelos poderes públicos e pela população. Este é um dos objetivos da parceria entre a Superintendência de Desenvolvimento Territorial da Cultura (Sudecult) da Secretaria de Cultura (SecultBA), e o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC).

A Sudecult promove de forma participativa e articulada parcerias com instituições públicas, privadas e sociedade civil, para benefício das comunidades. São ações desenvolvidas em 27 Territórios de Identidade.

Na sua estrutura estão as diretorias de Cidadania, de Espaços Culturais e de Territorialização. Um dos canais mais diretos da Sudecult são os representantes territoriais e os diretores de centros de cultura, que vivem as realidades regionais.

No último dia 19, no evento da Sudecult ‘Territórios Culturais em Diálogo’, ocorrido em Valença, o gerente de Patrimônio Imaterial do IPAC, Roberto Pellegrino, promoveu palestra. “Apresentamos panorama histórico e atuação do IPAC, ressaltando a responsabilidade compartilhada entre União, Estado e Municípios, como determina a Constituição de 1988”, lembra Pellegrino.

As 417 prefeituras da Bahia ainda solicitam muitos serviços de salvaguarda, sobrecarregando Estado e União. O último censo de 2010 (IBGE) mostra que 62 prefeituras (15%) já têm ações que beneficiam bens culturais. Ilhéus, Palmeiras, Catu e Maragojipe já estão com sistemas de Patrimônio. O Superior Tribunal Federal deu competência para as prefeituras criarem infraestrutura e provocarem as câmaras municipais para aprovar legislação sobre patrimônio. Com as leis, as prefeituras podem fazer inventários, tombamentos e registros, fiscalizar, multar, embargar obras e até captar recursos da área de patrimônio.

Aconteceu na ultima quarta-feira, debate sobre a Estrada Real da Bahia

27.08.2015

O Governo Federal, o Governo da Bahia e os empresários do setor de turismo devem atuar em parceria para desenvolver o projeto Estrada Real da Bahia, que se estende por 15 municípios da Chapada Diamantina.

O assunto foi debatido por iniciativa do vice-líder do Governo na Câmara, deputado José Rocha (PR), durante audiência pública da Comissão de Turismo, na quarta (26). A Estrada Real, também conhecida como Caminho do Ouro, era usada no período imperial para o transporte de mercadorias, ouro e diamantes.

Vários trechos estão preservados e outros praticamente sumiram. Técnicos estão percorrendo a região para identificar a situação ao longo de aproximadamente 400 km entre os municípios de Jacobina, Várzea Nova, Miguel Calmon, Morro do Chapéu, Rio de Contas, Cafarnaum, Canarana, Mulungu do Morro, Souto Soares, Iraquara, Seabra, Barra do Mendes, Boninal, Piatã, Abaíra. O deputado José Rocha defendeu maior participação dos municípios junto à Secretaria de Turismo da Bahia, pois a Estrada Real da Bahia vai incrementar o turismo e fortalecer a economia da região.

A audiência teve a presença de Neuvaldo Lima (Ministério do Turismo), Fernando Ferrero (Secretaria de Turismo da Bahia), e Pedro Galvão (conselheiro ABAV-Bahia), além do deputado José Rocha.

Conheça um pouco sobre SÃO BERNARDO

13.08.2015

Cultura

foto:divulgação

Com muita alegria celebramos a santidade do abade e doutor da Igreja: São Bernardo. Nascido no Castelo de Fontaine em 1094, perto de Dijon (França), pertencia a uma família nobre, a qual se assustou com sua decisão radical de seguir Jesus como monge cisterciense.

São Bernardo é considerado pela Família Cisterciense um segundo fundador, pois atraía a tantos para a Ordem, que as mães e esposas afastavam os filhos e maridos do santo; tamanho era real o poder de atração de Bernardo que todos os irmãos, primos e amigos o seguiram. Homem de oração, destacou-se como pregador, prior, místico, escritor, fundador de mosteiros, abade, conselheiro de Papas, Reis, Bispos e também polemista, político e pacificador.

Aconteceu que São Bernardo, mesmo sendo contemplativo, entrou no concreto da realidade da sua época, a ponto de participar de várias polêmicas internas e externas da Igreja da época.

No ano de 1115, o seu abade Estevão mandou-o com doze companheiros fundar, no Vale do Absíntio, aquilo a que São Bernardo chamou Vale Claro (Claraval). Do Mosteiro de Claraval, o santo irradiava a luz do Cristianismo, isto também pelos escritos, como o Tratado do Amor de Deus e o Comentário ao Cântico dos Cânticos; a invocação é fruto de sua profunda e sólida devoção a Nossa Senhora: “Ó clemente, ó piedosa, ó doce e sempre Virgem Maria”. Pela Mãe do Céu, foi acolhido na eternidade em 1153.

Escreveu numerosas obras, milhares de cartas, mais de 300 sermões; interveio em todas as disputas doutrinais, em todas as grandes questões religiosas e seculares da época. Por ordem de tempo, considera-se o último dos Padres da Igreja. Um seu editor, falecido em 1707, Mabillon, escreveu sobre ele: “É o último dos Padres mas iguala os maiores”.

São Bernardo, rogai por nós!

Mucugê realiza Festival de Corais de 31 de julho a 02 de agosto

30.07.2015

Foto:Dom Bosco

O Festival Vozes na Chapada teve a sua primeira edição em 2009, quando os seus idealizadores se reuniram para tornarem possível o sonho de realizar um evento que valorizasse o canto coral e a exuberância das belezas naturais de Mucugê, Chapada Diamantina. A combinação foi perfeita para formar um cenário encantador, presente desde então em todas as edições do evento. O Festival tem proporcionado para turistas e população da região três dias de muita musica em apresentações belíssimas. Por outro lado, oferece aos coralistas a oportunidade de se apresentarem num local de beleza ímpar e de aproveitarem a energia positiva que a Chapada transmite.
A cada edição, a equipe organizadora do evento se esforça para oferecer melhores serviços aos coralistas e visitantes e para proporcionar a cidade de Mucugê um evento profissional e encantador. A próxima edição já está agendada, ocorrerá entre 30 de julho e 2 de agosto de 2015. Não perca!

Corais / Regentes:

CORAL CBPM & CANTAROLANDO – Salvador (BA)

Maestro: Edvã Barbosa

CANTO CORAL DA UFRB (Universidade Federal do Recôncavo Baiano) – Cruz das Almas (BA)

Maestrina: Natanira Gonçalves

CORAL LACEN BAHIA (Salvador – BA)

Maestrina: Katia Cucchi

CORAL SÉTIMA VOZ –  Sindicato da 7ª região da Justiça do Trabalho (Fortaleza – CE)

Maestro: Jacqueline Sidney

MP em Canto (Ministério Público da Bahia – Salvador)

Maestrina: Natanira Gonçalves

Coral Marista de Brasília (Brasília – DF)

Maestrina: Danielle Baggio

Colégio Módulo Vocal (Salvador – BA)

Maestro: Matheus Steinhagen

Coral do SALESIANO DOM BOSCO (Salvador – BA)

Maestrina: Maria Aparecida Amorim

Coral Comunhão

Maestrina: Lilian Baratto

Coro livre de Mucugê – CRAS

Maestrina: Juliana Maia

 

Estudante de Cinema produz documentário com equipe dos Estados Unidos

20.07.2015

Com equipe técnica da cidade de Boston, nos Estados Unidos, o documentário “The Running Phantoms” contará com a presença de Patrícia Chaves, estudante do curso de Cinema e Audiovisual da Uesb, campus de Vitória da Conquista.

Com produção assinada por Chaves, o filme terá como locação a cidade de Rio de Contas, interior da Bahia.

“The Running Phantoms” contará a história de Joe Moreira (foto ao lado) através de depoimentos de moradores do vilarejo onde ele nasceu e de encenações baseadas em sua biografia. Toda a trajetória de Joe será sinalizada por aparições de amigos que compreendem o seu mundo e as interações místicas com religiosos e poetas de todos os segmentos do panorama brasileiro.

A direção do documentário será feita pelo cineasta mexicano Gabriel Volcovich, que mora em Boston e já produziu o documentário “El Piriripau”, vencedor de melhor filme no Festival Hotdocs, no Canadá.

Patrícia Chaves participa ainda do processo de adaptação do roteiro para as telonas, e as gravações terão início no mês de agosto deste ano.

Joe Moreira